segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Blind Guardian- At the Edge of Time (2010)

Depois de quatro anos do lançamento do álbum "A Twist in the Myth", a banda retorna com o seu 10º disco de carreira, o "At the Edge of Time", com mais pegada, e com mais elementos incorporados a sonoridade da banda.


O disco traz instrumentos de orquestra, corais, as guitarras com distorção pesada, mas com muita melodia, a rapidez nas músicas e os agudos do vocalista Hansi Kürsch.

A música "Sacred Worlds" abre o CD, com uma orquestra dando abertura a jornada do disco. Essa canção foi feita especialmente para o jogo "Sacred 2: Fallen Angels.


O produtores do jogo também fizeram um clipe de computação gráfica para a música, para promover o jogo



Músicas como "A Voice in the Dark" ainda mantém a rapidez das guitarras e da bateria, e vocal agudo, estilo que fez a banda alcançar sucessos com músicas como "Valhalla", "Mirror Mirror" entre outras. Para anunciar o álbum, a banda produziu um videoclipe da canção.



Algumas músicas mantém alguns elementos utilizados em álbuns como "Nightfall in Middle-Earth", como por exemplo, o uso de flautas e intrumentos da cultura folk europeia, em canções como "Curse My Name".

Mas, o carro-chefe do disco é a música "Wheel of Time", que traz elementos da música árabe, sinfônica, e uma letra que aborda a série de livros escrita por Robert Jordan.

Toda o processo de gravação do álbum foi registrada na série "The Sacred Wheel of Time Cannot Erase this Medieval Song", dividida em 6 partes, e publicada no YouTube.

Abaixo,  a terceira parte do registro, que mostra a gravação de vários instrumentos que compõem a obra.



E, para a felicidade dos fãs da banda, o Blind Guardian tocará no Brasil esse ano, pela tour "Sacred Worlds and Songs Divine", em sua passagem pela América do Sul. Abaixo, a lista das datas e os locais dos shows:

-Porto Alegre (RS)-06/09/2011
-São Luís (MA)-08/09/2011
-São Paulo (SP)-09/09/2011
-Curitiba (PR)-10/09/2011



                                                  Download-At the Edge of Time

Tracklist:

"Sacred Worlds" — 9:17
"Tanelorn (Into the Void)" — 5:58
"Road of No Release" — 6.30
"Ride into Obsession" — 4.46
"Curse My Name" — 5:52
"Valkyries" — 6:38
"Control the Divine" — 5:26
"War of the Thrones" — 4:55
"A Voice in the Dark" — 5:41
"Wheel of Time" — 8:55
"Curse My Name (Original)" (Japanese bonus track) — 5:13
"Valkyries (Extended)" (Japanese bonus track) — 6:51

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Novidade: Downloads dos álbuns

Tomei vergonha na cara, e decidi que, a partir de agora, vou colocar os links para download dos álbuns que eu comento aqui no blog. Afinal, é sempre bom ter o gosto de escutar, e valiar se o disco é realmente bom. Mike Portnoy defende a o download livre, porque, não só para ele, mas para muita gente, música boa deve ser escutada, independente da forma que ela é adquirida.

Os links estarão disponíveis em cada post de resenhas e reviews que eu fizer aqui, inclusive, dos antigos.

Apesar de eu defender muito a livre informação, e que ela não deve ser privatizada, seja ela qual for, já antecipo que, não sou eu quem hospedo os arquivos aqui no blog, mas sim, pego os links de sites de servidores como Rapidshare, 4Shared, etc. Portanto, a responsabilidade pelos downloads dos álbuns são de vocês (e, dos servidores também, óbvio...)

Se houver algum link quebrado ou inválido, então, me avisem, seja por e-mail, orkut, MSN, que eu mudo, e se necessário, eu mesmo faço o upload dos arquivos em um desses sites citados acima (porque aí, a responsabilidade também deixa de ser minha, claro...).


Até mais...

Therion-Sitra Ahra (2010)




Depois de 3 anos do lançamento do álbum duplo "Gothic Kabbalah", o Therion retorna com um novo disco, cheio de misticismo, seres mitológicos e com mais elementos sinfônicos que o seu antecessor: o Sitra Ahra


O álbum foi gravado com a nova formação da banda, desde a saída dos irmãos Niemann, Peter Karlsson e Mats Léven. O argentino Christian Vidal substitui Kristian Niemann na guitarra solo, o batera Johan Kolenberg assume as baquetas e Nalle "Grizzly" Påhlsson, o baixo. Thomas Vikström é declarado membro oficial da banda (um milagre, até porque, o único membro permanente até então era o guitarrista base Christofer Johnsson) e assume os vocais. Snowy Shaw e Lori Lewis continuam no Therion desde o álbum antecessor.




O álbum retrata várias passagens místicas, seres de mitologias históricas, e até mesmo, os desastres temidos que ocorrerão em 2012, mas é claro, da forma que os maias acreditavam que iria acontecer. Traz também a continuação de "Kali Yuga", em sua terceira parte, que retrata a passagem da mitologia hindu sobre a era da perdição. E retrata também, um pouco da mtiologia cananeia, em "Land of Canaan", e é claro, retrata alguns conceitos da Cabala, em "Sitra Ahra", e também, de uma das passagens da bíblia, sobre os lendários 11 reis de Edom, cuja simbologia está sempre presente em vários álbuns do Therion.


"Sitra Ahra traz mais elementos sinfônicos, mais rapidez e mais solos de guitarra, e como sempre, carregado de conceitos em suas músicas, característica principal do Therion em termos de composição. Aliás, Thomas Karlsson, compositor das letras da banda, pesquisador e fundador da sociedade secreta Dragon Rouge sempre procurou trazer temas mitológicos pouquíssimos abordados, e sua inteligência faz com que as letras do grupo sejam tão interessantes, junto com as melodias de Christofer Johnsson, adicionado aos elementos sinfônicos.




Tracks:



  1. "Introduction/Sitra Ahra" - 5:24
  2. "Kings of Edom" - 8:51
  3. "Unguentum Sabbati" - 5:09
  4. "Land of Canaan" - 10:32
  5. "Hellequin" - 5:18
  6. "2012: Return of the Feathered Serpent" - 4:16
  7. "Cú Chulainn" - 4:16
  8. "Kali Yuga Part 3: Autumn of the Aeons" - 3:41
  9. "The Shells Are Open" - 3:44
  10. "Din" - 2:37
  11. "Children of the Stone: After the Inquisition" - 7:22

                                                             Download-Sitra Ahra

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Dream Theater: A novela do teatro dos sonhos




Depois de mais de 25 anos de carreira, de muitas críticas, o Alcoholic Anonymous Suite, e de muitas coisas que os membros passaram juntos, eis que sure a notícia bombástica, que abalaria o mundo do Metal e dos bons instrumentistas: Mike Portnoy, considerado como um dos melhores bateristas do mundo, deixa o Dream Theater.






Mike Portnoy, em carta, declara que, não estava se sentindo muito bem tocando com a banda. Que, tocar com outras bandas, como o Avenged Sevenfold, que o convidou para substituir o finado The Rev, estava lhe trazendo mais descontração, diversão, do que seus companheiros de banda.

Mike, achando que permaneceria no A7X por muito tempo, recebe a notícia derrubadora: a banda não precisava mais de seus serviços, e que, ele não seria mais necessário no grupo.




Desconsolado e sem banda, Portnoy procura novamente o Dream Theater, querendo voltar, e recebe outra bomba: a banda não o quer mais, e faz o anúncio através de seus advogados (ou seja, não quiseram dar ao ex-batera, o luxo de suas presenças na notícia)

O Dream Theater, feliz da vida, anuncia a gravação de um novo álbum, e que já está tocando com o novo batera, que ainda não foi anunciado.

O Avenged também anuncia um novo batera, o novo membro oficial da banda, que vai realmente substituir The Rev nas caixas, bumbos, pratos e baquetas: Arin Ilejay.

Agora, Mike Portnoy, autor da célebre saga "Alcoholic Anonymous Suite" se encontra sem banda. Está participando de um projeto com Steve Morse, guitarrista do Deep Purple, mas, totalmente rejeitado pelas bandas em que tocou.

É Portnoy...apesar de eu gostar muito de seu trabalho, digamos que, você pisou na bola dessa vez.

Apesar de eu querer muito a sua volta para o Dream Theater (sim, eu ainda não engoli a sua saída da banda), você deveria ter seguido aquele ditado: "Mais vale um pássaro na mão do que dois voando". Mas ainda sim, espero muito que a ave que o fez voar com sucessos como "Pull Me Under", "Constant Motion", "The Glass Prison" e várias outras canções volte a lhe querer. Até lá, vamos ver como a trupe de John Petrucci seguirá.

E, a novela continua. Será que Portina dará a volta por cima?


Então, não percam o próximo episódio de: Dream Theater: A Novela do teatro dos sonhos...


(tudo bem, o título foi meio idiota...)



Ei pessoal, depois de muito tempo sem postar nada (na verdade, me faltou tempo), agora, estou voltando a postar minhas opiniões e alguns reviews de CD's que eu acho legais, interessantes, eé claro, com algum argumento que defenda meu ponto de vista.

Agora, estou mais livre. Depois da época de vestibulares e ansiedade pelos resultados, agora, estou mais relaz (passei na Universidade Federal do ABC, no curso de Ciência e Tecnologia, hehehehe)